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terça-feira, 8 de março de 2016

AeroSim - Boeing 787-8 FSx


O Boeing 787, Dreamliner é um tamanho médio, wide-body, twin-engines de jato desenvolvido pela Boeing. Cerca de metade da estrutura primária, incluindo a fuselagem e asa são construídos com materiais compósitos. Os materiais compósitos tornou possível para a Boeing para levar o avião mais avançado em termos de ecologia para as world'a grandes companhias aéreas. Incluem-se nesta FSX add-on do pacote é 2 variantes do Boeing 787-8, aquele com RR ENG e outra GE ENG. 





Cada variante tem duas texturas, Boeing e Aerosim. No cockpit, você vai encontrar o HUD Head Up Display) na frente de você. Você vai ver o mapa do terreno no ND, quando você ressiona o botão TERR em EFIS. FMS de B787 para FSX trabalha com o plano de vôo gerado pelo flightplanner FSX. Comandos LNAV a aeronave seguir a rota do plano de voo, e VNAV é capaz de exibir a localização de T / C e T / D na ND. 

Outra característica única que vem com o B787 para o FSX é o eletrocrômico Window System na cabine virtual. As janelas não têm sombra convencional. 
Em vez disso, o passageiro pode regular a intensidade da luz que entrava pela  janela usando o mouse nas janelas. Na cabine da vida real, o passageiro utiliza o botão de baixo da janela.

Para baixar texturas para o B787-8 - AeroSim clique aqui.
Download Via - 4Shared

segunda-feira, 20 de julho de 2015

AVIAÇÃO PRECISARÁ DE 560 MIL PILOTOS EM 20 ANOS, DIZ BOEING

Nos próximos 20 anos, 533 mil novos pilotos serão necessários na aviação comercial, além de 584 mil técnicos de manutenção para as frotas das companhias aéreas. Os dados são do estudo da Boeing – “The 2014 Outlook Boeing Pilot and Technician Outlook” e apontam que a região que demandará maior número de pilotos até 2033 será a Ásia/Pacífico, com 41% da demanda, ou 216 mil pilotos.

Em segundo lugar, a Europa será a região que precisará de mais pilotos: 94 mil, ou 18% do total. A América do Norte vem em seguida, com número bem próximo, 88 mil, ou 17%. O Oriente Médio aparece como uma das regiões com maior expansão da frota aérea, respondendo pela necessidade de mais 55 mil pilotos nos próximos 20 anos. A América Latina vem em seguida, com demanda para 45 mil pilotos, ou 8% dos 233 mil novos pilotos que serão necessários até 2033. Para o continente africano, esse número é de 17 mil pilotos. A Boeing inclui ainda em seu estudo os países do Commonwelth of Independent States, com demanda para 18 mil pilotos.
Fonte: Panrotas.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Após novos dados, busca por voo MH370 muda de local

O governo australiano anunciou que vai alterar a área de buscas do avião que caiu quando fazia o voo MH370, da Malaysia Airlines, no dia 8 de março.
A decisão leva em conta uma nova análise de dados de satélite.Segundo o vice-primeiro-ministro australiano, Warren Truss, as buscas cobrirão uma área a 1,8 mil quilômetros ao sul da costa oeste do país.
O avião da Malaysia Airlines desapareceu dos radares com 239 pessoas a bordo quando seguia de Kuala Lampur para Pequim.
Na semana passada, a empresa britânica de satélites Inmarsat disse à BBC que a equipe de buscas ainda não havia começado a procurar na área que seus especialistas acreditam ter sido o mais provável destino final do voo MH370.
Os especialistas da Immarsat usaram os horários e frequências de sinais de conexões entre o avião e seus satélites para deduzir que o avião caiu no sul do Oceano Índico.
Até então, as buscas estavam concentradas mais a nordeste da área identificada pela companhia britânica.
Ainda não está claro, porém, se a nova área anunciada nesta quinta-feira segue as recomendações da Inmarsat.
Ao longo dos últimos meses, navios e aviões foram empregados em buscas intensas em uma área do Oceano Índico a oeste da Austrália.
Os navios chegaram a captar ruídos semelhantes aos emitidos por caixas-pretas e enviaram um veículo submarino autônomo para procurar destroços, mas nunca encontraram indícios de que o avião tivesse caído naquela região.
mapa de nova área de buscas do voo | Governo australiano
Fonte :BBC
Opinião do Blog
Após meses apreciando e analisando todos os fatos envolvendo o sumiço desta aeronave o boeing 777 da Malaysia voo MH370, "algo improvável nos dias de hoje", tenho que acreditar que os nossos governantes estão por traz de tudo isso, infelizmente vidas e profissionais não são levados a sério ou não tem valor para o mundo moderno do valor "capital".
Esta aeronave passou pelas fronteiras de países com seculos de discórdias e que se toleram hoje somente pelo econômico, e ninguém viu? Todos os países asiáticos  investem em tecnologia de guerra e espionagem industrial, mais do que em escola e saúde. Mas insiste em dizer que os radares e satélites  e operadores de voo não viram nada. Todos os mares na redondeza são repletos de navios cargueiros e petroleiros e ninguém viu nada parecido com avião ou destroço de avião; 
Eu com um pouco do meu conhecimento acredito que a aeronave boeing 777 da Malaysia, seguiu ao norte, os técnicos do inmarsat estão equivocados com a trajetória ao Sul, uma vez que eles decidiram pelo local por um simples sinal e um calculo jamais utilizado para confirmar a trajetória de uma aeronave. Se a nova teoria diz que a aeronave estava em piloto automático e as ultimas aparição em radar (que foram divulgadas) era para o norte, então foi para o norte.
Outro fato é a primeira fonte que falou sobre o sinal da turbina ao fabricante e que elas foram desligadas, me lembro que no site da CNN dizia que as turbinas foram desligada e pelo pouco que sei não tem como desligar as turbinas sem estar com os trens de pouso no chão, então não pode ser na água e nem falta de combustível.
Aeronaves modernas "Estado da Arte" estão cheia de sensores que só uma etapa do vôo passa a outra após os computadores terem certeza que algo aconteceu conforme o software previu, vide o Airbus da TAM que com  o reverso travado  os censores erraram e os spoiler não abriu e não freio o suficiente, acontecendo a tragédia de Congonhas.
Então dessa forma o Boeing foi para o norte e aterrou em algum lugar e esta estacionado, sinto muito em dizer mas as autoridades planetárias estão escondendo algo e não está nem ai pra platéia.
Veja bem, os familiares das vitimas estão somando recursos próprios para manter as investigações e a procura, nem a seguradora esta indo atrás da verdade, o próprio Governo Malayo já deu várias versões do ocorrido, não querem a verdade e sim confusão.
Somente uma confusão para ocultar a verdade do fato, não sei o verdadeiro motivo se é  "Político, Religioso, Econômico ou Pessoal mas algo está acontecendo e este vôo está por algum lugar entre Paquistão, Afeganistão e adjacências. 

Outras teorias.
Muitos Amigos me questiona sobre ETs e abdução, creio eu que seres mais evoluídos do que nós não faria algo desde porte, simplesmente por aprendizado ou outro motivo, acredito que por terem eles tecnologia mais avançada do que a nossa, provam que não necessitam de pegar uma aeronave simples de baixa autonomia que nem se quer sai da nossa  atmosfera, totalmente limitada em relação ao universo, simplesmente para estudo ou qualquer outro motivo.

Acho que não é por ai, vou na tese dos mortais  que gostam de levar vantagem em tudo. E mais uma vez estão menosprezando o ser humano e sua razão.
Opinião pessoal.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Voo MH370 não caiu na área de detecção de sinais acústicos

Anúncio foi feito pelos investigadores após fim de buscas por robô.Avião malaio desapareceu em 8 de março com 239 pessoas a bordo.

O Boeing 777 da Malaysia Airlines que desapareceu no início de março no sul do Oceano Índico não caiu na área onde foram detectados sinais acústicos, que as autoridades acreditaram ser procedentes das caixas pretas, anunciaram os investigadores nesta quinta-feira (29).
"Agora podemos afirmar que esta área não é o local de queda do voo MH370", afirma em um comunicado o Centro de Coordenação e Agência Conjunta (JACC) Internacional de Busca, com sede na Austrália.
Veículo submarino foi colocado no oceano em busca de sinais dos destroços do voo MH370 da Malaysia Airlines. (Foto: AP Photo)
O voo desapareceu dos radares em 8 de março quando viajava de Kuala Lumpur para Pequim com 239 pessoas a bordo.
As tarefas de dragagem de um robô submarino no local onde foram detectados os sinais - que os investigadores acreditavam que tinham origem nas caixas pretas do avião - não tiveram sucesso, segundo o JACC.
"O JACC pode informar que nenhum destroço do avião foi encontrado pelo veículo submarino autônomo. A agência australiana de segurança de transportes chegou à conclusão que a zona pode ser descartada como o local da queda do voo MH370".
A embarcação australiana Ocean Shield que transportava o robô submarino americano Bluefin-21 abandonou a região depois de ter explorado 850 km2 de oceano para tentar encontrar destroços da aeronave.
O anúncio confirma as declarações ao canal CNN do vice-diretor de instrumentos marítimos da Marinha americana, Michael Dean, que afirmou que os sons detectados não eram procedentes das caixas pretas.
Fonte: CNN

sábado, 22 de março de 2014

Sumiço do jato Malásia MH370, desperta dúvidas sobre controle do tráfego aéreo por radares.


Vietnã Air Traffic Management Corporation (VATM)
A facilidade com que um grande jato desapareceu dos radares da Malásia  e Vietnam, ilustra um paradoxo desconfortável sobre a aviação moderna: aviões state-of-the-art contam com infra-estrutura terrestre envelhecidas e ultrapassadas  para dizer-lhes para onde ir.
Enquanto os satélites estão presente em quase todos os aspectos da vida moderna, o uso de radar e rádio na cabine das aeronaves, por muitos pilotos, pouco mudou desde antes que o motor a jato voou pela primeira vez.
Mesmo que a Malásia suspeita que alguém tenha escondida ou perdida  a rota percorrida pelo vôo MH370, e a incapacidade de 26 países para encontrar as 250 tonelada de um Boeing 777,  chocou o mundo que cada vez mais conectado a tecnologias, vê as falhas no uso dos radares, que se desvanecem sobre os oceanos e desertos abertos.
Acompanhamos nossos carros, nós rastreamos os telefones celulares de nossos filhos, mas não podemos controlar aviões quando estão sobre os oceanos ou outras áreas remotas esta é a realidade.
Os satélites fornecem a resposta óbvia, dizem os especialistas.
O caminho a percorrer é a navegação e comunicação via satélite. Na navegação, precisamos ficar longe de radares em terra e nas comunicações, precisamos ficar longe de rádios", disse o especialista em radar e consultor de aviação Hans Weber.
ATUALIZAÇÃO CARA
As ineficiências causadas por radar estão custando aos viajantes muito dinheiro, através do aumento das tarifas e das economias penalizadas através de atrasos extras, de acordo com aqueles que apóiam uma reforma ambiciosa, mas potencialmente cara das principais rotas de aviação do mundo.
"Desde que os controladores  utilizem a comunicação de voz, eles têm de deixar mais espaço entre os planos de vôo por causa do risco de perder o contato", disse Weber, que dirige TECOP International, uma empresa de consultoria com sede nos EUA.
Duas propostas de novos sistemas do espaço aéreo dos Estados Unidos e da União Européia pode mudar tudo isso, com ganhos significativos em jogo para as empresas aeroespaciais dos dois lados do Atlântico, embora os críticos digam que os esquemas são um desperdício e atraso.
A indústria aeroespacial dos EUA vem pressionando há anos para uma revisão dos sistemas de controle de tráfego aéreo, mas o custo e a complexidade para as empresa retardaram o esforço e o Congresso cortou o financiamento.
O Transporte Aéreo Americano, o Sistema Next-Generation, ou NextGen, deve ser totalmente implementado até 2025, mas sofreu cortes automáticos de gastos federais norte-americano e deve ser retomado os investimentos em 2016
Partes do sistema já estão em vigor, como o sistema de vigilância ADS-B que já está instalado em muitos cockpits das aeronaves, mas muitos aguardam por crédito e sedimentação da tecnologia.
A Europa, que tem alguns dos céus mais movimentados do mundo, com uma estimativa de 33 mil voos por dia, tem planos ambiciosos através da ATM Research Céu Único Europeu (SESAR). Este programa de pesquisa visa triplicar a capacidade do espaço aéreo, reduzir pela metade os custos de gestão do tráfego aéreo e renovar infra-estrutura da Europa até 2020.
Este projeto, também, tem sido assolado por atrasos devido ao atrito sobre o controle do espaço aéreo e da crise da dívida da Europa. Airbus, Thales e Honeywell estão envolvidos no esquema. Alguns sindicatos dos controladores se opõem ao plano.
RÁDIOS
Para os controladores de tráfego aéreo que a décadas, trabalham em suas telas de radar e com comunicações via rádio (precárias e cortadas), ajudam os pilotos com seus aviões a encontrar o seus caminhos através do espaço aéreo cada vez mais lotados e manter uma indústria com um recorde de baixos índices de acidente.

Estes incluíam ligações falhas de alta freqüência em  trechos de oceano, como o carregado Atlântico Norte, onde os pilotos tentam passar seus relatórios periódicos ou mensagens através de outras aeronaves.
Nessas rotas aviões equipados com comunicações por satélite agora usam cada vez mais um sistema de mensagens chamado CPDLC para estabelecer uma ligação de dados com os controladores. Mas não é ainda padrão e o sistema precisa que as companhias aéreas paguem pelo serviço de satélite, algo que  nem todos estão dispostos a fazer.
Na verdade, as companhias aéreas da Malásia não assinou o serviço de satélite no jato que desapareceu em 8 de março, o que complicou os esforços para encontrar a aeronave desaparecida. Funcionários da Malásia que agora não descartam problemas técnicos com o jato.
Fornecer a conectividade não é suficiente, e no entanto, esta é uma das razões do cockpit está se movendo para a era digital a um ritmo muito lento, mais do que os telefones inteligentes de seus passageiros.
Fonte: Reuters

sexta-feira, 21 de março de 2014

Primeiro-ministro australiano diz que objetos avistados podem não estar relacionados com avião desaparecido


No segundo dia de buscas ao avião desaparecido da Malaysia Airlines em uma área ao sul da Austrália nenhum vestígio dos objetos avistados por um satélite foram encontrados.
De acordo com a CNN, o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, admitiu em entrevista nesta sexta-feira que se precipitou ao anunciar as imagens de satélite.
— Podem ser objetos que caíram de um navio — disse.
Abbott ressaltou ainda que o país tem o dever de resolver o enigma e dar respostas às famílias dos passageiros do voo MH370.
No amanhecer de sexta-feira (noite desta quinta-feira no Brasil), quatro aeronaves enviadas a pedido da marinha australiana se dirigiam para a área onde imagens de satélite apontaram a existência de objetos que podem ser destroços do avião desaparecido da Malaysia Airlines. A distância da costa – quatro horas de voo do balneário de Perth – e fortes ventos dificultavam as buscas.
Os aviões esquadrinham uma área de 23 mil quilômetros quadrados. Em razão da autonomia de voo, as aeronaves podem sobrevoar a região apenas por duas horas e precisam voltar para a base.



Royal Australian Air Force (RAAF)  AP-3C Orion 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Voo da Malaysia Airlines: mais perguntas do que respostas




Veja algumas perguntas sobre que pode ter ocorrido com o avião desaparecido na Ásia, respondidas com base nas notícias que já foram divulgas e a ajuda do professor da Faculdade de Ciências Aeronáuticas da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) e comandante aposentado da Varig Claudio Roberto Scherer:
O avião pode ter pousado na água ou em algum lugar remoto?
Sim, hipoteticamente, o avião poderia ter voado abaixo da captação dos radares e pousado. No entanto, o transmissor localizador de emergência (ELT, na sigla em inglês), localizado na cauda, próximo à caixa-preta, é um dos equipamentos que deveria ter emitido sinais. O ELT é acionado automaticamente em caso de impacto. Em um pouso forçado na água ou em uma ilha, o ELT deveria emitir sinais. Fica a dúvida, no entanto, sobre a falta de sinais no radar do Controle de Tráfego Aéreo durante a descida até o pouso.
Se o avião caiu em terra ou no mar, por que é tão difícil achar os destroços?
É a grande dúvida. O ELT deve resistir ao impacto e até a fogo, também deveria emitir sinais mesmo embaixo da água. Ainda mais pelo fato de a profundidade do mar na região inicial das buscas ser de cerca de 80 a 100 metros.
Que equipamentos o avião que sumiu tem para ser rastreado?
Os aviões são rastreados pelos radares de terra. Nesses radares, o avião é detectado pelo sinal primário (apenas um ponto luminoso na tela) ou pelo sistema secundário, através do transponder (equipamento a bordo), que envia dados de identificação sobre o voo aos controladores. Esse equipamento precisa estar ligado mas pode ser desligado por uma pane ou até de propósito. Quando o transponder é desligado, o sinal primário ainda permanece na tela dos controladores, embora sem identificação do voo. Há, ainda, o transmissor localizador de emergência (ELT, na sigla em inglês), que está localizado próximo à caixa-preta, na ponta da cauda e é de difícil destruição. Os aviões também transmitem durante o voo, dados sobre o funcionamento de seus componentes pelo sistema ACARS (Aircraft Communications, Addressing and Reporting System). O ACARS transmite via rádio quando se encontra dentro do raio de alcance das antenas localizadas em terra. Quando sobre o oceano, o sistema transmite via satélite. A utilização via satélite, no entanto, depende do tipo de contrato que cada empresa tem com as prestadoras dos serviços de telecomunicações.
O fato de ter sumido dos radares significa que o avião explodiu?
É possível. Se o avião explode, some completamente do radar. Restaria o localizador de emergência.
O avião pode ter mergulhado no mar sem se destroçar? Nesse caso, boiaria ou afundaria?
No caso de um pouso bem sucedido sobre o mar, com nenhum dano estrutural, o avião até pode permanecer flutuando durante algum tempo, desde que os tanques das asas e no meio da fuselagem contenham pouco combustível (o que não seria o caso deste voo). Por outro lado, um pouso no mar durante a noite teria uma chance mínima de dar certo.
Em caso de pane, é possível perder todo tipo de comunicação?
Embora seja possível, no caso de uma pane elétrica total, é pouco provável. São três rádios de alta frequência e dois rádios de ondas curtas, além do sistema ACARS e do Transponder. Cada um destes equipamentos é ligado em uma fonte elétrica diferente.
É possível o piloto voar durante quatro horas sem perceber que está indo para a direção errada?
Antes da decolagem, a rota completa até o destino deve ser inserida no Sistema de Gerenciamento de Voo. Após a decolagem, o piloto automático normalmente é ligado nos modos de Navegação Lateral e Vertical para que o avião siga fielmente as trajetórias e altitudes previstas até o destino. Os pilotos fazem o acompanhamento pelo mapa e pelo plano de voo em papel (que é uma cópia do que foi inserido no sistema de gerenciamento de voo) e devem fazer as anotações das horas de sobrevoo e consumo de combustível em cada uma das posições da rota. Para ir numa direção errada, seriam necessários, no mínimo, dois eventos: que o piloto automático fosse tirado do modo Navegação Lateral e que os dois pilotos se tornassem incapacitados ao mesmo tempo.
O avião pode ter sido sequestrado ou ter sido alvo de terrorismo?
Todas as hipóteses estão sobre a mesa. O fato de o transponder — equipamento na cabine de controle que emite sinais para os controladores em terra — ter sido desligado pode indicar que isso tenha sido proposital. Corrobora também o fato de o avião ter dado meia-volta — o que também é uma manobra provável em caso de pane. A tripulação, no entanto, teoricamente teria tempo de enviar um sinal de sequestro. Desde o 11 de Setembro de 2001, as regras de aviação restringiram muito a entrada de pessoas na cabine, o que reforça a possibilidade de os pilotos terem tempo de enviar um alerta de socorro. Há investigações, no entanto, que apuram a conduta do copiloto, que no passado teria deixado turistas visitar a cabine.
Falhas mecânicas podem impedir os pilotos de enviar mensagem de socorro?
Existem códigos específicos para serem acionados no Transponder em casos de emergência, sequestro ou falha de comunicações. No caso de alguma falha considerada catastrófica, na qual não há tempo para acionar um código no transponder, seria possível Sim, é possível que os pilotos não tenham tempo de enviar o alerta. Seria o caso de uma explosão ou uma falha estrutural que desestabilize totalmente a aeronave. Ainda assim , há mecanismos que poderiam emitir sinais automaticamente.
Pode haver um buraco não coberto por radares onde o avião estava?
A cobertura radar normal é de 200 milhas (360 km) ao redor da antena. Se a queda ocorresse na região da rota original, é improvável porque teoricamente toda a área é coberta por radares de diversos países. Se o avião seguiu para o meio do oceano, pode haver buracos. Isso ocorreu com a queda do avião da Air France no Oceano Atlântico em 2009.
O avião já teve uma das asas danificadas. Pode ter sido a causa do problema?
Segundo a empresa, o avião estava em plenas condições de voo e passou por revisão no final de fevereiro.
É possível que algum satélite tenha captado imagens de uma explosão?
Sim, mas é difícil. Teria de haver a coincidência que um satélite fotografasse aquele lugar da terra no exato momento da explosão. Especula-se também que o satélite americano que detecta testes com mísseis balísticos por meio do calor poderia captar, mas não há dados se seria de fato capaz.
É possível que as autoridades que investigam o caso já tenham essas respostas todas?
O governo da Malásia vem sendo fortemente criticado e acusado de falta de transparência. Porém, na noite desta quinta-feira, oficiais americanos afirmaram que as buscas estão se movendo para o Oeste porque é possível que o avião esteja no fundo do Oceano Índico. Manifestações dos EUA começaram a ser feitas após o governo da Malásia ter passado aos americanos a leitura dos dados.
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PISTAS E DESMENTIDOS
Foram encontrados destroços?
Desde o desaparecimento, foram localizados fragmentos no mar que levantaram suspeitas de qe seriam destroços. Nenhuma se confirmou até ontem.
Afinal, até onde se sabe que o avião voou?
Essa informação norteia as equipes de busca, porém, é onde se concentram os maiores desencontros de versões.
Veja algumas:
1 Entre Kuala Lumpur e Pequim
As primeiras informações afirmavam que o avião teria dado meia-volta uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur, e desaparecido logo em seguida, à 1h30min no horário local. Neste momento, o transponder — equipamento na cabine que emite sinais sobre o voo para os controladores de voo — foi desligado. Segue sendo a única informação concreta. Pouco antes, "tudo bem, boa noite", foi a última mensagem de rádio transmitida ao controle aéreo por um dos pilotos. A transmissão foi feita quando o avião deixava o espaço aéreo malaio para entrar no do Vietnã.
2 No estreito de Malaca
Na terça-feira, fontes da força aérea da Malásia afirmaram que um radar militar detectou um sinal do Boeing às 2h40min (15h40min de sexta no horário de Brasília) perto de Pulau Perak. No dia seguinte, porém, as autoridades desmentiram a informação.
Nesta quinta-feira, porém, um dos navios da Marinha americana que participam da busca ao avião da Malaysia Airlines desaparecido deixou o Golfo da Tailândia para dirigir-se ao Estreito de Malaca. Ou seja, nada está descartado.
3 A noroeste de Kuala Lumpur, próximo à Tailândia
Radares teriam identificado um ponto não identificado de uma aeronave não identificada. Em entrevista, os oficiais da força aérea malaia disseram que não conseguiram descobrir se o sinal é da aeronave perdida.
4 Muito distante de qualquer um desses pontos
O Wall Street Journal informou na manhã de quinta-feira que o Boeing 777 da Malaysia Airlines pode ter voado durante quatro horas após o último contato, segundo investigadores americanos. Os investigadores americanos, que pediram anonimato, baseiam a hipótese nos dados transmitidos automaticamente pelos motores Rolls Royce — os chamados ACARS (Aircraft Communications Addressing and Reporting System) —, que equipavam o Boeing desaparecido. O ministro dos Transportes, Hishamudin Husein, declarou que as informações estão "erradas". Especialistas também afirmam que é quase impossível um avião desse porte voar por tanto tempo sem ser detectado por nenhum radar.
Fonte: ZeroHora

domingo, 9 de março de 2014

Nossos sentimentos e orações as vidas do vôo MH370 da Malaysia Airline.

Nossos sentimentos e orações as vidas do acidente da Malásia Airlines.

Ainda não temos detalhes técnicos do acidente, somente que o vôo está desaparecido, vamos aguardar.


Quem era o capitão do vôo? 

É difícil acreditar que algo errado possa acontecer com quem tem muita experiência e ama o que faz.

"Capitão Zaharie Shah, de 53 anos, que é um ex-aluno de escola e Penang Penang. Ele se juntou a Malaysia Airlines em 1981 e passou por 18 365 horas de vôo.
Mesmo quando não é a condução de um Boeing 777 gigante, ele dirigiu os aviões remotamente.











O controle remoto de Bell 222 helicóptero do chefe vôo MH370










O controle remoto PBY Cataline do Chefe
Quando ele não estava dirigindo um verdadeiro Boeing 777, fez-se um modelo de cockpit para praticar mais.














O equipamento mecânico-chefe usou para criar sua própria cabine














Dentro da cabine do capitão, criando em casa. Quando não está dirigindo um Boeing gigante, ele mesmo praticado em casa.












Capitão Zaharie a frente da sua própria cabine

Além de entusiasta da aeronave, ele Zaharie também um canal no Youtube intitulado si mesmo como "Zaharie Shah". Ele regularmente postando diretrizes de conteúdo de vídeo como a forma de regular ou consertar a máquina de gelo.

O executivo-chefe Zaharie Shah vôo fatídico MH370. O avião decolou às 0h41 do aeroporto de Kuala Lumpur e aterragem prevista no aeroporto de Pequim. No entanto, apenas 50 minutos após a decolagem, o avião de repente desapareceu da tela do radar. Até o momento, o paradeiro da aeronave não é clara.
De acordo com o New Straits Times


sábado, 25 de janeiro de 2014

Raio quebra asa de Boeing durante tempestade

Um raio quebrou parte da asa direita do Boeing 767-300 da Delta Airlines que fazia o voo DL-101 entre Atlanta e Buenos Aires nesta terça-feira (21), obrigando o piloto a desviar sua rota e pousar em Montevidéu, no Uruguai.
Segundo passageiros, que publicaram a impressionante imagem da rachadura provocada durante uma inclemente tempestade seguida de forte turbulência, destroços da asa atingiram uma das turbinas no momento em que a aeronave já havia iniciado o procedimento de descida para o pouso no aeroporto de Ezeiza.
Sem saber ao certo a extensão dos danos e para desviar da tempestade, o piloto decidiu rumar para o aeroporto de Carrasco, situado a 229 km do ponto original de pouso. Após chegar ao solo, os cerca de 100 passageiros a bordo foram deixados por uma hora no avião sem receber informações. Todos acabaram acomodados num hotel da capital uruguaia.
IG

quarta-feira, 19 de junho de 2013

BRIGA DE GIGANTES AIRBUS A350 XWB X 787



 
A Airbus realizou em junho de 2013 o primeiro voo do A350 XWB. O modelo é uma resposta da fabricante europeia ao Boeing 787 Dreamliner, da americana Boeing. As aeronaves são construídas com materiais mais leves e disputarão o mercado de viagens de longa distância.
O A350 XWB – sigla para Extra Wide Body – será produzido em três versões. A menor delas, a 800, poderá levar 250 passageiros; a 900, que foi testada durante o primeiro voo da aeronave, levará cerca de 300 passageiros; e a maior delas, a 1.000, terá capacidade para 350 passageiros.
O avião deve fazer seu primeiro voo comercial até o final de 2014 com a Qatar Airways. A TAM já fez encomendas para o A350 XWB, que vai operar em aeroportos brasileiros. Enquanto isso, a Boeing tenta recuperar a imagem do Dreamliner, que no começo de 2013 apresentou problemas com suas baterias, que superaqueciam durante os voos.