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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

OVNI - AVIÃO DA GOL SEGUIDO NO LITORAL DE SC

Um objeto voador não identificado (OVNI) seguiu por alguns minutos um avião da empresa Gol, que fazia o trajeto entre Navegantes (SC) para Guarulhos (SP). O fenômeno foi avistado pelo passageiro, o empresário Júlio Belli, de São José dos Campos (SP) enquanto admirava a paisagem. De posse de sua câmera fotográfica, conseguiu fazer registros do objeto que emitia uma forte luz, mesmo com o dia totalmente claro. O ocorrido foi no começo da tarde, por volta das 13 horas desta terça-feira (18NOV14).



O evento começou quando ele olhava pela a janela e viu uma luz passar muito baixo, na altura da superfície do mar. Logo o mesmo objeto surgiu um pouco mais alto que o Boeing B737-700 e ficou no horizonte por alguns minutos. O tempo de observação e dos registros fotográficos foram entre dois e três minutos, no máximo.

“Decolamos as 12h40 e foi por volta das 13h12 que vi o objeto. Peguei a câmera e fiz algumas fotos, como o avião estava vazio, fui até o outro lado e também havia o mesmo objeto luminoso nos seguindo e voltei a fotografa-lo. Fiquei preocupado de aquilo ser reflexo da janela ou mesmo na lente da câmera, então repeti várias vezes a mesma foto e nada aconteceu como as que aparecem essa forma luminosa”, conta Belli.

Os objetos, além de muito brilhantes, tinham as duas extremidades uma cor mais escura, de tom laranja. E também mudavam de cor diversas vezes durante o período que foram avistados pelos passageiros do avião. O empresário foi até os comissários de bordo e os avisou do ocorridos.

“Um deles contou que já viu esse mesmo tipo de objeto sobre a floresta amazônica e sobre Manaus, lá ocorrem com maior frequência”, revelou Belli.

A altitude do avião no momento era entre 8 a 10 mil metros. Apesar de estranhar o fenômeno, Belli não descarta tratar-se de um balão meteorológico, por exemplo. Só não conseguiu explicar o fato de terem dois objetos, um de cada lado do aparelho, e seguirem o avião e desaparecerem e reaparecerem no horizonte em intervalos de tempo muito curtos. Ambos desapareceram ao mesmo tempo, sem deixar qualquer sinal.
Fonte: http://www.defesanet.com.br/

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Azul chega a Congonhas com 26 voos. Avianca passará de 24 para 40 a partir desse mês

A Azul finalmente terá voos para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, considerado o terminal doméstico mais importante do Brasil. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulgou  o resultado da primeira distribuição de slots (horários de pousos e decolagens) no aeroporto após a vigência da nova resolução que regulamenta a utilização de Congonhas.
Ao todo, foram disponibilizados 43 slots por dia para a Azul e a Avianca Brasil, que são empresas consideradas entrantes, ou seja, aquelas que possuíam igual ou menos de 12% de participação dos slots do aeroporto. A utilização desses slots ocorrerá na temporada de 27/10/2014 a 29/03/2015. 
A Azul e a Avianca Brasil foram as únicas empresas habilitadas que apresentaram pedidos e receberam a oferta de 26 e 17 slots, respectivamente. Para a alocação a empresa Avianca poderá utilizar efetivamente 16 slots, pois cada horário representa o pouso mais a decolagem.
Os slots diários são provenientes do rearranjo da capacidade de pista para a aviação comercial somados a dois horários remanescentes de empresas que deixaram de operar no aeroporto. As empresas contempladas poderão pedir alterações dos seus horários de pousos e decolagens a qualquer tempo, desde que dentro da capacidade operacional do aeroporto.
Segundo a Anac, o objetivo das novas regras para utilização do Aeroporto de Congonhas é incentivar uma maior concorrência e, em consequência, menores preços ao consumidor, sem representar um aumento da capacidade do aeroporto, que permanece operando dentro das regras de segurança da aviação civil.
Os critérios para distribuição levou em conta a eficiência operacional nacional das companhias interessadas (por meio da checagem da pontualidade e regularidade nacional do mesmo período do ano passado), além da participação de mercado nacional e da participação de mercado regional de cada uma delas.
Fonte: ANAC

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Congonhas não é da Gol nem da TAM, diz fundador da Azul

Mesmo com a economia brasileira em recessão técnica, o empresário David Neeleman, fundador da Azul, vislumbra uma fase de crescimento expressivo para sua companhia aérea. O otimismo de Neeleman se explica por uma série de oportunidades que estão se abrindo para a Azul. A empresa vai começar a fazer voos internacionais, quer voar para pelo menos 20 novas cidades no País e ainda espera estrear no disputado Aeroporto de Congonhas.

Se tudo sair do papel - o que depende de o governo aprovar novas regras de ocupação em Congonhas e do lançamento de um plano de estímulo à aviação regional, que prevê o subsídio de voos com recursos públicos -, a empresa pode ampliar em 31 aeronaves sua frota atual, de 138 unidades.
No setor, no entanto, há ressalvas quanto aos planos ambiciosos da Azul. Para boa parte do mercado, tanto o plano da aviação regional quanto as mudanças no aeroporto mais rentável do País foram pensados sob medida para beneficiar a companhia. “Os slots (horário de pouso ou decolagem) em Congonhas não são da Gol ou da TAM. São do governo brasileiro. O governo tem o direito de dar os slots para quem quiser. Se eles querem dar para a gente, não vejo problema nisso”, reage o empresário, de 54 anos.

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o empresário explica que os investimentos que vêm sendo feitos na companhia neste momento se devem ao fato de a empresa concluir que os mercados de aviação regional e internacional devem ser maiores do que são hoje. "Mesmo quando a economia brasileira não está crescendo tanto, como agora, muito mais pessoas viajariam para fora do Brasil se existisse uma tarifa menor e mais conveniência para viajar. Podemos oferecer isso",diz Neeleman.
O executivo explica que isso será possível com preços mais baixos e mais conveniência, principalmente para quem mora no interior. Fala que, com o plano de aviação regional, a Azul pode comprar 20 novos aviões da Embraer (com cerca de 120 lugares) para colocar hoje em cidades para onde a companhia já voa com ATRs (avião turboélice com 70 lugares). "O jato", diz ele, "tem uma economia de escala bem melhor do que o turboélice e poderemos reduzir nossos preços em 25% nessas rotas e levar os ATRs para novas cidades.
Subsídios
Questionado sobre estimativas em relação aos subsídios que a Azul receberá do governo Neeleman diz não saber quanto. Mas conta que a maior parte do dinheiro que a empresa terá com subsídios não irá para os voos que já têm, mas para os novos. Lembrado pela reportagem sobre as críticas que a Azul teria feito, em 2013, à concessão de subsídios para empresas, e sobre o fato de que teria mudado agora de ideia, o executivo afirmou não ser um grande defensor de subsídios. "Mas acho que faz todo sentido oferecê-los a partir do momento em que foi criada uma fonte de recursos para isso. Esse dinheiro vem da privatização dos aeroportos. Isso vai gerar 25 anos de recursos da ordem de R$ 3 bilhões e faz sentido usar parte disso para fazer infraestrutura aeroportuária e parte para dar uma ajuda de custo de combustível às empresas", afirmou.
Apesar de ter dito não ser forte defensor dos subsídios, Neeleman diz lembra que as cidades para onde o governo quer que as companhias aéreas voem têm o combustível de aviação mais caro do Brasil. "O combustível em São Paulo é 50% mais caro do que nos Estados Unidos e em algumas cidades o custo é duas ou três vezes maior do que em São Paulo. É impossível voar para lá e ganhar dinheiro com os custos que nós temos", diz. "O plano de aviação regional vai viabilizar voos para novas cidades e vamos comprar jatos para voar onde hoje usamos ATRs. A Embraer vai ser muito mais feliz", completa.
O fundador da Azul rechaça as críticas de que o plano de aviação regional teria sido elaborado sob medida para beneficiar a Azul e a Embraer. "O plano foi desenhado para estimular as empresas a fazerem mais voos regionais. Isso vai provocar uma redução nos preços das passagens. Claro, o plano vai acabar ajudando a Embraer, porque vamos fazer mais voos com jatos para o interior. Mas não vejo problema nisso. A Embraer é uma empresa brasileira. A Azul vai comprar mais jatos da Embraer para fazer essas rotas e a Gol e a TAM podem comprar também. Hoje, voamos para 103 destinos. A Gol voa para 52 cidades e a TAM, para 41, porque nós voamos com jatos da Embraer e elas não."
Congonhas
Em relação a críticas semelhantes quando o assunto é o Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, de que o governo teria mudado as regras do aeroporto para beneficiar a Azul, Neeleman dispara contra a concorrência: "Os slots (horário de pouso ou decolagem) em Congonhas não são da Gol ou da TAM. São do governo brasileiro. O governo tem o direito de dar os slots para quem quiser. Se eles querem dar para a gente, não vejo problema nisso. Hoje nós temos muito mais mercado do que a Avianca e eles têm 12 voos diários em Congonhas. E querem mais. A nossa entrada em Congonhas vai aumentar a concorrência, e isso é bom para o mercado".
O executivo conta ainda que a Azul usará nos voos domésticos os Airbus A330 para ir até Manaus, onde há, segundo ele, necessidade maior de carga, e para Recife, onde a demanda é forte. Neeleman diz que a Azul poderá usar essas mesmas aeronaves para fazer esses voos e os internacionais. Ele diz que a empresa tem, hoje, recursos suficientes para colocar em prática o plano de crescer em todas as frentes, que exige 31 novos aviões na frota. "Estamos ganhando dinheiro. A Azul é lucrativa. Tivemos lucro líquido no ano passado e demos R$ 11 milhões de bônus para os nossos tripulantes", conta.
E ressalta o potencial da Azul quando questionado sobre o fato de já ter vendido outras empresas aéreas e a possibilidade de a Azul ter o mesmo destino. "Acho que essa é minha última empresa. O potencial da Azul é muito maior do que o das outras empresas que eu já comecei. A Jet Blue só tem 5% do mercado dos Estados Unidos depois de 15 anos. E a Azul já tem quase 30% das decolagens no Brasil, que é o quarto maior mercado de aviação no mundo. A oportunidade aqui é muito maior do que em todas as outras empresas. Não quero vender". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Anac diz que multa por atrasos de voos da Gol soma R$ 2,5 milhões

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diz que a multa por atrasos em voos da Gol no último fim de semana chega a R$ 2,5 milhões, valor referente a 250 autos de infração. Ainda não foram contabilizados todos os registros e o montante pode chegar a R$ 5 milhões, afirmou a agência reguladora nesta segunda-feira (9), após reunião da qual participaram representantes da Gol. 
Segundo a Anac, a Gol informou na reunião desta segunda que a principal causa dos atrasos foi o mau gerenciamento da tripulação. Devido às chuvas que atingiram a Região Sudeste na última sexta-feira (6), que atrapalharam as operações de pouso e decolagem, foi necessário recrutar tripulantes de outros estados para preencher lacunas, de modo que não houvesse excesso de horas trabalhadas. Essa montagem de outras equipes, disse a empresa, resultou em mais atrasos.
No final da tarde de sábado (7), aeroportos do país registravam filas e atrasos em mais de 300 voos, a maioria deles da Gol. O índice de atrasos nos voos domésticos da empresa chegou a 48%.
Nesta manhã, a Gol divulgou nota pedindo desculpas aos clientes e disse que os atrasos e cancelamentos do fim de semana ocorreram, principalmente, "devido às fortes chuvas que acometeram a Região Sudeste do país na madrugada de sexta-feira".
Ainda de acordo com a Anac, a aérea afirmou que não tem falta de pessoal e negou que as tripulações estejam trabalhando além do horário. A agência diz que vai fazer uma auditoria para averiguar se a justificativa procede.
No começo do ano, a Gol promoveu uma série de cortes e lançou um programa para que os tripulantes da empresa manifestassem o interesse de se desligar da empresa. Após uma série de prejuízos, a companhia anunciou um plano de redução da oferta de voos domésticos em 9% neste ano. De acordo com a aérea, os cortes de pilotos e comissários eram necessários em razão desse ajuste na malha, que têm como principal objetivo reduzir custos.
Fonte.: G1