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quarta-feira, 18 de novembro de 2015
A350 XWB da TAM já tem data para voo inaugural
A TAM já marcou a data para o primeiro voo comercial com a mais nova aeronave da sua frota, o Airbus A350 XWB. O novo avião fará seu voo inaugural no dia do aniversário da cidade de São Paulo, 25 de janeiro de 2016, e fará a rota São Paulo/Manaus/São Paulo diariamente.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Tempestade de granizo amassa avião da TAM e provoca pouso forçado no Rio
Um avião da TAM que seguia do Rio de Janeiro para Natal (RN), no domingo (8), com escala em Fortaleza, teve que fazer um pouso forçado no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, na zona norte da capital fluminense, logo após decolar.
O piloto foi orientado a retornar para o Galeão depois de passar por uma tempestade. A forte turbulência assustou os passageiros, e a chuva de granizo foi tão forte que amassou a parte frontal da aeronave.
O avião, que havia decolado às 17h18, teve de retornar 43 minutos mais tarde. A TAM informou que não houve feridos. Os passageiros foram divididos em dois voos, que seguiram para Fortaleza e Natal, às 21 horas. Em nota, a companhia informou que os "passageiros receberam a assistência necessária".
De acordo com a assessoria do aeroporto, o pouso forçado do voo JJ3307 "não impactou a operação e o avião se dirigiu ao finger para desembarque normal dos passageiros".
Fonte:UOL
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Congonhas não é da Gol nem da TAM, diz fundador da Azul
Mesmo com a economia brasileira em
recessão técnica, o empresário David Neeleman, fundador da Azul, vislumbra uma
fase de crescimento expressivo para sua companhia aérea. O otimismo de Neeleman
se explica por uma série de oportunidades que estão se abrindo para a Azul. A
empresa vai começar a fazer voos internacionais, quer voar para pelo menos 20
novas cidades no País e ainda espera estrear no disputado Aeroporto de
Congonhas.
Se tudo sair do papel - o que depende
de o governo aprovar novas regras de ocupação em Congonhas e do lançamento de
um plano de estímulo à aviação regional, que prevê o subsídio de voos com
recursos públicos -, a empresa pode ampliar em 31 aeronaves sua frota atual, de
138 unidades.
No setor, no entanto, há ressalvas
quanto aos planos ambiciosos da Azul. Para boa parte do mercado, tanto o plano
da aviação regional quanto as mudanças no aeroporto mais rentável do País foram
pensados sob medida para beneficiar a companhia. Os slots (horário de pouso ou
decolagem) em Congonhas não são da Gol ou da TAM. São do governo brasileiro. O
governo tem o direito de dar os slots para quem quiser. Se eles querem dar para
a gente, não vejo problema nisso, reage o empresário, de 54 anos.
Em entrevista ao jornal O Estado de
São Paulo, o empresário explica que os investimentos que vêm sendo feitos na
companhia neste momento se devem ao fato de a empresa concluir que os mercados
de aviação regional e internacional devem ser maiores do que são hoje.
"Mesmo quando a economia brasileira não está crescendo tanto, como agora,
muito mais pessoas viajariam para fora do Brasil se existisse uma tarifa menor
e mais conveniência para viajar. Podemos oferecer isso",diz Neeleman.
O executivo explica que isso será
possível com preços mais baixos e mais conveniência, principalmente para quem
mora no interior. Fala que, com o plano de aviação regional, a Azul pode
comprar 20 novos aviões da Embraer (com cerca de 120 lugares) para colocar hoje
em cidades para onde a companhia já voa com ATRs (avião turboélice com 70
lugares). "O jato", diz ele, "tem uma economia de escala bem
melhor do que o turboélice e poderemos reduzir nossos preços em 25% nessas
rotas e levar os ATRs para novas cidades.
Subsídios
Questionado sobre estimativas em
relação aos subsídios que a Azul receberá do governo Neeleman diz não saber
quanto. Mas conta que a maior parte do dinheiro que a empresa terá com
subsídios não irá para os voos que já têm, mas para os novos. Lembrado pela
reportagem sobre as críticas que a Azul teria feito, em 2013, à concessão de
subsídios para empresas, e sobre o fato de que teria mudado agora de ideia, o
executivo afirmou não ser um grande defensor de subsídios. "Mas acho que
faz todo sentido oferecê-los a partir do momento em que foi criada uma fonte de
recursos para isso. Esse dinheiro vem da privatização dos aeroportos. Isso vai
gerar 25 anos de recursos da ordem de R$ 3 bilhões e faz sentido usar parte
disso para fazer infraestrutura aeroportuária e parte para dar uma ajuda de
custo de combustível às empresas", afirmou.
Apesar de ter dito não ser forte
defensor dos subsídios, Neeleman diz lembra que as cidades para onde o governo
quer que as companhias aéreas voem têm o combustível de aviação mais caro do
Brasil. "O combustível em São Paulo é 50% mais caro do que nos Estados
Unidos e em algumas cidades o custo é duas ou três vezes maior do que em São
Paulo. É impossível voar para lá e ganhar dinheiro com os custos que nós
temos", diz. "O plano de aviação regional vai viabilizar voos para
novas cidades e vamos comprar jatos para voar onde hoje usamos ATRs. A Embraer
vai ser muito mais feliz", completa.
O fundador da Azul rechaça as
críticas de que o plano de aviação regional teria sido elaborado sob medida
para beneficiar a Azul e a Embraer. "O plano foi desenhado para estimular
as empresas a fazerem mais voos regionais. Isso vai provocar uma redução nos
preços das passagens. Claro, o plano vai acabar ajudando a Embraer, porque
vamos fazer mais voos com jatos para o interior. Mas não vejo problema nisso. A
Embraer é uma empresa brasileira. A Azul vai comprar mais jatos da Embraer para
fazer essas rotas e a Gol e a TAM podem comprar também. Hoje, voamos para 103 destinos.
A Gol voa para 52 cidades e a TAM, para 41, porque nós voamos com jatos da
Embraer e elas não."
Congonhas
Em relação a críticas semelhantes
quando o assunto é o Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, de que o
governo teria mudado as regras do aeroporto para beneficiar a Azul, Neeleman
dispara contra a concorrência: "Os slots (horário de pouso ou decolagem)
em Congonhas não são da Gol ou da TAM. São do governo brasileiro. O governo tem
o direito de dar os slots para quem quiser. Se eles querem dar para a gente,
não vejo problema nisso. Hoje nós temos muito mais mercado do que a Avianca e
eles têm 12 voos diários em Congonhas. E querem mais. A nossa entrada em
Congonhas vai aumentar a concorrência, e isso é bom para o mercado".
O executivo conta ainda que a Azul
usará nos voos domésticos os Airbus A330 para ir até Manaus, onde há, segundo
ele, necessidade maior de carga, e para Recife, onde a demanda é forte.
Neeleman diz que a Azul poderá usar essas mesmas aeronaves para fazer esses
voos e os internacionais. Ele diz que a empresa tem, hoje, recursos suficientes
para colocar em prática o plano de crescer em todas as frentes, que exige 31
novos aviões na frota. "Estamos ganhando dinheiro. A Azul é lucrativa.
Tivemos lucro líquido no ano passado e demos R$ 11 milhões de bônus para os
nossos tripulantes", conta.
E ressalta o potencial da Azul quando
questionado sobre o fato de já ter vendido outras empresas aéreas e a
possibilidade de a Azul ter o mesmo destino. "Acho que essa é minha última
empresa. O potencial da Azul é muito maior do que o das outras empresas que eu
já comecei. A Jet Blue só tem 5% do mercado dos Estados Unidos depois de 15
anos. E a Azul já tem quase 30% das decolagens no Brasil, que é o quarto maior
mercado de aviação no mundo. A oportunidade aqui é muito maior do que em todas
as outras empresas. Não quero vender". As informações são do jornal O
Estado de S. Paulo.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
TAM quer comprar 20 jatos regionais até fim do ano
SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea TAM, parte do grupo
latino-americano Latam, planeja comprar 20 jatos regionais até o final
do ano para equipar a frota da companhia capaz de operar em cidades
médias do Brasil, informou a empresa nesta segunda-feira.
A
informação foi divulgada pelo presidente-executivo da TAM, Marco Antonio
Bologna, durante evento da Associação Internacional de Transporte Aéreo
(Iata), em Doha, no Catar, em declarações confirmadas pela empresa
aérea.
Em setembro passado, a presidente da TAM, Claudia Sender,
afirmou que a empresa estava avaliando aviões da Embraer para retornar a
operar voos regionais no Brasil, diante do plano do governo federal de
fomentar a aviação entre cidades médias.
Na ocasião, a executiva comentou que a empresa também estava avaliando modelos turboélice da ATR.
Nesta
segunda-feira, a assessoria de imprensa da companhia aérea afirmou que
"a TAM (...) estuda com prioridade a atuação nos mercados para cidades
médias brasileiras, seja por meio de parcerias ou com operação própria.
Nesse contexto, a empresa avalia até o final do ano a aquisição de 20
jatos regionais".
A empresa não comentou sobre eventual interesse
nos modelos da Embraer. Mais cedo, o jornal Folha de S.Paulo publicou
comentário de Bologna que teria afirmado que a nova geração de jatos
regionais da fabricante brasileira teria vantagem numa eventual escolha o
"financiamento em real, o aspecto tecnológico e a facilidade de
manutenção".
Às 14h53, as ações da Embraer subiam 1,67 por cento,
enquanto o Ibovespa tinha valorização de 0,83 por cento. Em Santiago, as
ações da Latam recuavam 1,88 por cento.
Atualmente, a Azul, terceira maior companhia aérea do Brasil é a única empresa doméstica que opera jatos regionais da Embraer.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
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