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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Azul pode se tornar a maior aérea do Brasil com US$ 6,5 bi

São Paulo - A Azul SA, hoje a terceira maior companhia aérea do Brasil, pode se tornar a maior na medida em que avança para além da aviação regional com US$ 6,5 bilhões em pedidos de aviões de maior porte, parcialmente financiados por uma abertura de capital.
Com locações e compras de 63 jatos A320neo, da Airbus Group NV, a Azul está pronta para operar esses aviões maiores já em rotas domésticas.

Contando com sua frota de turboélices ATR, de jatos regionais da Embraer e de aeronaves de fuselagem larga da Airbus, a Azul pode oferecer cerca de 3.000 assentos a mais do que as companhias dominantes do país, a Gol Linhas Aéreas Inteligentes SA e a unidade TAM, da Latam Airlines Group SA, considerando as frotas atuais das empresas.
“Nós vamos fazer o bolo crescer, não vamos roubar dos nossos concorrentes”, disse Antonoaldo Neves, presidente da Azul, em entrevista no mês passado. “Nada impede que o mercado dobre de tamanho”.
A Azul, companhia aérea fundada por David Neeleman, pediu ontem registro para listar ações no Brasil e nos Estados Unidos.
A empresa disse que pretende usar os fundos para aumentar a frota e adicionar serviços em lugares de demanda elevada e em rotas domésticas de longa distância.
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas disse que a demanda deve aumentar dos 100 milhões de passageiros atuais para cerca de 200 milhões até 2020.
A Azul, que começou a operar em 2008 atuando em cidades brasileiras pequenas e com pouco serviço, manteve uma participação de mercado de cerca de 17 por cento desde que comprou a Trip Linhas Aéreas SA há dois anos.
A empresa tem a maior malha do país e atende a mais de 100 destinos, disse a companhia em seu documento.
A operadora deve receber os novos aviões Airbus até 2023, no mesmo período em que a Gol vai incorporar cerca de 100 novos jatos 737 MAX, da Boeing Co.
Lógica semelhante
“Não é difícil de se imaginar que a lógica possa ser parecida com a nossa”, disse Paulo Kakinoff, CEO da GOL, ontem em reunião com investidores. “Nosso fluxo de recebimento e nosso calendário de devolução de aeronaves ele é exatamente idêntico”.
A TAM não respondeu a um pedido de comentários.
A venda de ações da Azul ocorrerá em um período com poucas ofertas brasileiras. O mercado de emissão de títulos estagnou neste ano quando a economia entrou em recessão técnica na primeira metade do ano.
A Azul vinha analisando a possibilidade de abrir o capital desde pelo menos maio de 2013, mas as liquidações de mercado afundaram as tentativas anteriores.
A última vez que a empresa cancelou os planos de abrir o capital foi em março, quando o índice de referência Ibovespa despencou para o menor nível em quase cinco anos.
Um projeto de lei para subsidiar as rotas regionais expirou no Congresso no mês passado sem ter sido votado. Se tivesse sido aprovado, a nova legislação levaria a Azul a comprar novos aviões da Embraer a partir do próximo ano, para atender a cerca de 15 destinos novos por ano.
Sem o subsídio, a Azul vai operar aviões maiores para concorrer com as empresas rivais em cidades maiores, disse Neves. O projeto de lei deve ser reapresentado em janeiro.

A Azul também tem uma carta de intenção para comprar 30 E-Jets E2 da Embraer, que ela deve assinar até o fim do ano, disse a Embraer por e-mail no dia 9 de outubro.
Fonte: Exame.com

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Azul chega a Congonhas com 26 voos. Avianca passará de 24 para 40 a partir desse mês

A Azul finalmente terá voos para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, considerado o terminal doméstico mais importante do Brasil. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulgou  o resultado da primeira distribuição de slots (horários de pousos e decolagens) no aeroporto após a vigência da nova resolução que regulamenta a utilização de Congonhas.
Ao todo, foram disponibilizados 43 slots por dia para a Azul e a Avianca Brasil, que são empresas consideradas entrantes, ou seja, aquelas que possuíam igual ou menos de 12% de participação dos slots do aeroporto. A utilização desses slots ocorrerá na temporada de 27/10/2014 a 29/03/2015. 
A Azul e a Avianca Brasil foram as únicas empresas habilitadas que apresentaram pedidos e receberam a oferta de 26 e 17 slots, respectivamente. Para a alocação a empresa Avianca poderá utilizar efetivamente 16 slots, pois cada horário representa o pouso mais a decolagem.
Os slots diários são provenientes do rearranjo da capacidade de pista para a aviação comercial somados a dois horários remanescentes de empresas que deixaram de operar no aeroporto. As empresas contempladas poderão pedir alterações dos seus horários de pousos e decolagens a qualquer tempo, desde que dentro da capacidade operacional do aeroporto.
Segundo a Anac, o objetivo das novas regras para utilização do Aeroporto de Congonhas é incentivar uma maior concorrência e, em consequência, menores preços ao consumidor, sem representar um aumento da capacidade do aeroporto, que permanece operando dentro das regras de segurança da aviação civil.
Os critérios para distribuição levou em conta a eficiência operacional nacional das companhias interessadas (por meio da checagem da pontualidade e regularidade nacional do mesmo período do ano passado), além da participação de mercado nacional e da participação de mercado regional de cada uma delas.
Fonte: ANAC

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Congonhas não é da Gol nem da TAM, diz fundador da Azul

Mesmo com a economia brasileira em recessão técnica, o empresário David Neeleman, fundador da Azul, vislumbra uma fase de crescimento expressivo para sua companhia aérea. O otimismo de Neeleman se explica por uma série de oportunidades que estão se abrindo para a Azul. A empresa vai começar a fazer voos internacionais, quer voar para pelo menos 20 novas cidades no País e ainda espera estrear no disputado Aeroporto de Congonhas.

Se tudo sair do papel - o que depende de o governo aprovar novas regras de ocupação em Congonhas e do lançamento de um plano de estímulo à aviação regional, que prevê o subsídio de voos com recursos públicos -, a empresa pode ampliar em 31 aeronaves sua frota atual, de 138 unidades.
No setor, no entanto, há ressalvas quanto aos planos ambiciosos da Azul. Para boa parte do mercado, tanto o plano da aviação regional quanto as mudanças no aeroporto mais rentável do País foram pensados sob medida para beneficiar a companhia. “Os slots (horário de pouso ou decolagem) em Congonhas não são da Gol ou da TAM. São do governo brasileiro. O governo tem o direito de dar os slots para quem quiser. Se eles querem dar para a gente, não vejo problema nisso”, reage o empresário, de 54 anos.

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o empresário explica que os investimentos que vêm sendo feitos na companhia neste momento se devem ao fato de a empresa concluir que os mercados de aviação regional e internacional devem ser maiores do que são hoje. "Mesmo quando a economia brasileira não está crescendo tanto, como agora, muito mais pessoas viajariam para fora do Brasil se existisse uma tarifa menor e mais conveniência para viajar. Podemos oferecer isso",diz Neeleman.
O executivo explica que isso será possível com preços mais baixos e mais conveniência, principalmente para quem mora no interior. Fala que, com o plano de aviação regional, a Azul pode comprar 20 novos aviões da Embraer (com cerca de 120 lugares) para colocar hoje em cidades para onde a companhia já voa com ATRs (avião turboélice com 70 lugares). "O jato", diz ele, "tem uma economia de escala bem melhor do que o turboélice e poderemos reduzir nossos preços em 25% nessas rotas e levar os ATRs para novas cidades.
Subsídios
Questionado sobre estimativas em relação aos subsídios que a Azul receberá do governo Neeleman diz não saber quanto. Mas conta que a maior parte do dinheiro que a empresa terá com subsídios não irá para os voos que já têm, mas para os novos. Lembrado pela reportagem sobre as críticas que a Azul teria feito, em 2013, à concessão de subsídios para empresas, e sobre o fato de que teria mudado agora de ideia, o executivo afirmou não ser um grande defensor de subsídios. "Mas acho que faz todo sentido oferecê-los a partir do momento em que foi criada uma fonte de recursos para isso. Esse dinheiro vem da privatização dos aeroportos. Isso vai gerar 25 anos de recursos da ordem de R$ 3 bilhões e faz sentido usar parte disso para fazer infraestrutura aeroportuária e parte para dar uma ajuda de custo de combustível às empresas", afirmou.
Apesar de ter dito não ser forte defensor dos subsídios, Neeleman diz lembra que as cidades para onde o governo quer que as companhias aéreas voem têm o combustível de aviação mais caro do Brasil. "O combustível em São Paulo é 50% mais caro do que nos Estados Unidos e em algumas cidades o custo é duas ou três vezes maior do que em São Paulo. É impossível voar para lá e ganhar dinheiro com os custos que nós temos", diz. "O plano de aviação regional vai viabilizar voos para novas cidades e vamos comprar jatos para voar onde hoje usamos ATRs. A Embraer vai ser muito mais feliz", completa.
O fundador da Azul rechaça as críticas de que o plano de aviação regional teria sido elaborado sob medida para beneficiar a Azul e a Embraer. "O plano foi desenhado para estimular as empresas a fazerem mais voos regionais. Isso vai provocar uma redução nos preços das passagens. Claro, o plano vai acabar ajudando a Embraer, porque vamos fazer mais voos com jatos para o interior. Mas não vejo problema nisso. A Embraer é uma empresa brasileira. A Azul vai comprar mais jatos da Embraer para fazer essas rotas e a Gol e a TAM podem comprar também. Hoje, voamos para 103 destinos. A Gol voa para 52 cidades e a TAM, para 41, porque nós voamos com jatos da Embraer e elas não."
Congonhas
Em relação a críticas semelhantes quando o assunto é o Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, de que o governo teria mudado as regras do aeroporto para beneficiar a Azul, Neeleman dispara contra a concorrência: "Os slots (horário de pouso ou decolagem) em Congonhas não são da Gol ou da TAM. São do governo brasileiro. O governo tem o direito de dar os slots para quem quiser. Se eles querem dar para a gente, não vejo problema nisso. Hoje nós temos muito mais mercado do que a Avianca e eles têm 12 voos diários em Congonhas. E querem mais. A nossa entrada em Congonhas vai aumentar a concorrência, e isso é bom para o mercado".
O executivo conta ainda que a Azul usará nos voos domésticos os Airbus A330 para ir até Manaus, onde há, segundo ele, necessidade maior de carga, e para Recife, onde a demanda é forte. Neeleman diz que a Azul poderá usar essas mesmas aeronaves para fazer esses voos e os internacionais. Ele diz que a empresa tem, hoje, recursos suficientes para colocar em prática o plano de crescer em todas as frentes, que exige 31 novos aviões na frota. "Estamos ganhando dinheiro. A Azul é lucrativa. Tivemos lucro líquido no ano passado e demos R$ 11 milhões de bônus para os nossos tripulantes", conta.
E ressalta o potencial da Azul quando questionado sobre o fato de já ter vendido outras empresas aéreas e a possibilidade de a Azul ter o mesmo destino. "Acho que essa é minha última empresa. O potencial da Azul é muito maior do que o das outras empresas que eu já comecei. A Jet Blue só tem 5% do mercado dos Estados Unidos depois de 15 anos. E a Azul já tem quase 30% das decolagens no Brasil, que é o quarto maior mercado de aviação no mundo. A oportunidade aqui é muito maior do que em todas as outras empresas. Não quero vender". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


terça-feira, 22 de julho de 2014

​Azul iniciará operação dos Airbus A330-200 com voos domésticos



A partir de agosto, os clientes da Azul poderão adquirir passagens para voar, em setembro, a bordo do Airbus 330-200, recebido pela aérea em junho, e que deve servir as primeiras rotas internacionais da companhia, em dezembro, com destino aos Estados Unidos. Os voos temporários serão de Campinas para Recife, Manaus, Rio de Janeiro (Galeão) e Brasília, mediante a autorização da Anac – a rota é feita, hoje, a bordo de Embraer 195. 

“Escolhemos rotas domésticas de longo curso e com alta demanda de Clientes para iniciar nossas operações com as aeronaves da Airbus. Desta forma, vamos oferecer ainda mais assentos e, consequentemente, transportar um número superior de Clientes entre estes trechos, com conexão em Campinas e a possibilidade de chegar a dezenas de destinos em todo o Brasil”, afirma o diretor de Planejamento e Alianças da Azul, Marcelo Bento.

Uma das frequências diárias e diretas entre Campinas e Recife será operada pelo A330-200 a partir de 1º de setembro. Para a capital do Amazonas, o voo será diário e diurno, entre 21 e 30 de setembro - entre 1º de outubro e 30 de novembro, a operação passa a ser diária e noturna. Entre 7 e 28 de setembro, um voo entre Campinas e Rio de Janeiro (Galeão) será feito pelo A330-200 sempre às sextas-feiras e aos domingos. O trecho Campinas-Brasília será operado apenas em 25 de setembro.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Azul recebe AirBus A330-200

Azul recebe A330-200 e planeja EUA para dezembro
A companhia aérea Azul recebeu hoje (25/06) seu primeiro Airbus A330-200 batizado de "América Azul". A aeronave pousou hoje de manhã no Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte. Outras cinco aeronaves deste modelo ainda serão recebidas e serão utilizadas em rotas internacionais. A ideia é antecipar para dezembro o início das operações para os Estados Unidos.


“A intenção é dar aos nossos clientes a oportunidade de voar nas férias de fim de ano a bordo de nossas novas aeronaves”, afirma o presidente da Azul Linhas Aéreas, Antonoaldo Neves. “Estamos trabalhando intensamente para estruturar e antecipar a operação internacional em tempo recorde. Os próximos meses serão de grandes desafios para tornar esse sonho uma realidade”, complementou.



Com a chegada do Airbus, a Azul fará alterações na configuração interna dos seus A330-200 de maneira a estabelecer um novo padrão. As aeronaves receberão um pacote completo de melhorias, que incluirá remodelagem interna em todas as cabines. Além dos seis A330-200, a companhia incorporará à frota cinco modelos A350-900 a partir de março de 2017.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Piloto da Azul freia para evitar colisão entre aviões em Aracaju

O piloto de um avião da companhia Azul Linhas Aéreas Brasileiras 4101, vindo de Campinas (SP) com destino a Maceió e escala em Aracaju precisou interromper a segunda decolagem, no Aeroporto Santa Maria, na capital de Sergipe, ao perceber que ia colidir de frente com outra aeronave, que estava prestes a aterrissar na pista.
Em um vídeo feito por um dos passageiros na hora da partida, na quarta-feira (14), é possível ouvir o piloto avisando as pessoas do voo 4101 sobre uma possível batida frontal entre as aeronaves. De acordo com o comandante, que precisou acionar os freios de emergência, os aviões iam se chocar em apenas 20 segundos.
Ainda segundo as informações do condutor, a distância entre as duas aeronaves era de apenas 120 metros, e os pilotos estavam percorrendo o mesmo caminho.
"O tráfego estava a 400 metros, em torno de 120 metros da gente, a 1 km de distância do nosso prolongamento da aeronave. Isso é uma colisão em 20 segundos depois que a gente decolar e, com pista molhada, fica bem complicado", relatou o comandante da Azul.
O piloto disse também que esse problema vem ocorrendo com frequência. "Infelizmente, aconteceu isso aí e vem acontecendo nesse aeroporto várias vezes", afirmou.
A assessoria de comunicação da Infraero em Sergipe informou que o problema é de competência da Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Aracaju (DTCEA-AR). A reportagem tentou entrar em contato com o comandante da FAB no estado, mas o responsável não foi localizado para falar sobre o caso.
Já com relação as obras na pista do aeroporto, a Infraero emutiu uma nota explicando a situação:


Nota
O aeroporto está operando com redução de 450 metros de pista, ou seja: com uma pista de pousos e decolagens de 1.750 metros. Essa redução também visa aos trabalhos de reforma e ampliação do sistema e tem término previsto para o final de maio, conforme o NOTAM (Notices to Airmen, ou Aviso aos Navegantes) nº 545/2014, emitido pela Anac. A execução desses trabalhos não afeta as operações de pousos e decolagens no Aeroporto de Aracaju.

Segundo o gerente de operações em segurança do Aeroporto de Aracaju, Juney Vidigal, o avião da Azul não chegou a decolar naquele momento e partiu depois de uma hora de espera.
NOTA À IMPRENSA:
São Paulo, 15 de maio de 2014 – "A Azul Linhas Aéreas Brasileiras informa que a aeronave que faria o voo 4101, que faz a rota entre Aracaju e Maceió teve sua decolagem abortada por sua tripulação após receber indicação de potencial conflito de tráfego devido à indicação da presença de outra aeronave em sua trajetória. Após o ocorrido, a aeronave retornou ao terminal, onde foi posteriormente inspecionada pelos técnicos de manutenção e liberada para o voo com atraso de uma hora. A companhia lamenta eventuais transtornos aos seus clientes e ressalta que tal ação foi uma manobra de caráter preventivo, executada sem colocar em risco a segurança dos ocupantes e sem causar danos à aeronave."

terça-feira, 29 de abril de 2014

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Azul anuncia Airbus A350 e confirma voos ao exterior

A Azul Linhas Aéreas anunciou nesta manhã em Campinas uma encomenda de 11 aeronaves dos modelos Airbus A330-200 e A350-900. As aeronaves marcam a internacionalização da companhia e irão operar voos de Campinas para os Estados Unidos, já a partir do primeiro trimestre de 2015. As ligações serão feitas inicialmente pelos Airbus A330 até que sejam recebidos os novos A350, em 2017.

"Nossa intenção é proporcionar uma experiência inovadora, acessível e surpreendente aos brasileiros, que poderão eleger uma companhia de bandeira nacional para viajar internacionalmente" afirmou a Azul em comunicado.

Os Airbus A330 começam a chegar imediatamente e serão utilizados em voos domésticos de longa duração até o próximo ano, quando iniciam os serviços internacionais. Tanto o modelo como os A350 serão equipados com motores Rolls Royce Trent. A fabricante de motores anunciou ainda um contrato de serviços e manutenção de US$400 milhões com a companhia brasileira.

Airbus - Divulgação
Airbus A350 - O modelo que também vai voar na TAM a partir de 2017 é o mais novo integrante da Azul.

O Airbus A350

O primeiro voo do Airbus A350 aconteceu em junho de 2013 e acumula mais de 800 encomendas de 39 companhias aéreas do mundo. A família foi projetada com três versões - 800, 900 e 1000, com capacidade que variam de 250 a 350 passageiros. O fabricante europeu promete uma economia de combustível da ordem de 8% em relação ao principal concorrente, o Boeing 787 Dreamliner. O primeiro Airbus A350-900 será entregue para o cliente lançador, a Qatar Airways, com entrega prevista para 2015.

Azul - Divulgação
Divulgação das novas aeronaves nas redes sociais.


“Somos hoje a companhia que melhor integra todo o Brasil. Com 104 destinos servidos no mercado doméstico, vamos alimentar vigorosamente os voos internacionais, unindo todo o Brasil ao mundo com conexões eficientes e serviços frequentes”, diz David Neeleman, Fundador e CEO da Azul. “Esse sempre foi um pedido de nossos Clientes. Por isso, queremos proporcionar uma nova experiência nos voos internacionais, com segmentação de tarifas e serviços, seguindo o que estamos fazendo em todo o país.” finalizou o executivo.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Azul terá voos de Araxá para Uberaba e Patos de Minas terá três frequências semanais para BH


A partir de 20 de março a Azul não terá voos de Juiz de Fora para Confins e Varginha ficará sem voos comerciais desta mesma empresa. A companhia aguarda autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para iniciar em 7 de abril a rota Governador Valadares/Confins. Conforme o Tudo Viagem mostrou nesta semana, a Azul vai suspender os voos de Araxá para a Pampulha, em Belo Horizonte, e lançar uma frequência em cada sentido para Confins.

As mudanças em Araxá estão previstas para 7 de maio. A partir desta data a cidade de Patos de Minas deixa de ter voos diários para a Pampulha. A cidade será atendida pela Azul às segundas, quartas e sextas para Belo Horizonte. Uberaba e Araxá vão ganhar voos circulares. (Veja tabela abaixo). Na prática, os horários partindo ou chegando de Confins terão uma parada em uma das cidades. Nesta rota a companhia vai usar o ATR-72 com 70 lugares.

A companhia informou que nesta sexta-feira vai enviar para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a autorização para realizar as mudanças. As passagens ainda não estão sendo vendidas. A partir de 20 de março a Azul inicia voos do Aeroporto Regional da Zona da Mata, localizado entre Goianá e Rio Novo, para Confins.

No meses de março e abril a Azul vai reduzir um voo de Montes Claros para a Pampulha, e outro no sentido inverso. Isso também ocorrerá nas ligações diretas das cidades de Uberlândia, Ipatinga, e Governador Valadares. Em maio esses voos voltam para a malha da Azul.



Confira os horários dos voos que a Azul pretende implantar em Uberaba e Araxá

Origem
Saída
Destino
Chegada
Frequência
Belo Horizonte / Confins
8h15
Araxá
9h20
Segunda a sábado
Araxá
9h45
Uberaba
10h10
Segunda a sábado
Uberaba
10h35
Belo Horizonte / Confins
11h47
Segunda a sábado
Belo Horizonte / Confins
16h18
Uberaba
17h40
Domingo a sexta
Uberaba
18h05
Araxá
18h35
Domingo a sexta
Araxá
19h00
Belo Horizonte / Confins
20h18
Domingo a sexta

Fonte:http://www.tudoviagem.com/

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Avião da Azul faz manobra emergencial para evitar colisão durante voo.

Voo 5114 fazia trajeto de Campinas ao Rio de Janeiro. Por conta do incidente, Aeronáutica afastou controladores de voo.


Um avião da companhia aérea Azul que viajava do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, no voo 5114, precisou realizar uma manobra de emergência na tarde de quinta-feira para evitar uma colisão com outra aeronave, que seguia na mesma rota. 
O outro avião envolvido no incidente não foi divulgado pela Aeronáutica. A manobra de emergência foi feita em área de responsabilidade do controle de tráfego de São Paulo. Os pilotos teriam sido avisados da possibilidade de colisão através do Sistema Anticolisão de Tráfego (TCAS), que teria sido acionado nas duas aeronaves. 
Em nota, a Azul afirmou que o avião “teve que desviar seu percurso durante o trajeto por conta de outra aeronave, que seguia em rota próxima”. “A companhia esclarece que essa é uma ação preventiva e visa conferir a segurança de suas operações”, afirma a empresa. 
A Aeronáutica confirmou a ocorrência, mas afirmou que não fornecerá detalhes sobre o incidente, já que abriu investigação para apurar o caso. 
Segundo a Aeronáutica, os controladores de voo responsáveis pela aeronave da Azul foram afastados até que o incidente seja apurado, o que é praxe quando aberta uma investigação. O número de afastados não foi informado. 
FT,: Terra.com.br

domingo, 15 de dezembro de 2013

Avião derrapa na pista e fica atolado em aeroporto de Uberlândia

Mais de 90 passageiros ficaram dentro da aeronave.
Corpo de Bombeiros disse que ninguém ficou ferido.

Uma aeronave derrapou, na noite deste sábado (14), na pista do aeroporto Tenente Coronel Aviador César Bombonato, em Uberlândia. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a aeronave estava com mais de 90 passageiros e ninguém ficou ferido. O sargento Ramos informou  que com a chuva a aeronave derrapou na pista e atolou. Unidades de resgaste dos bombeiros que ficam no aeroporto ajudaram na ocorrência.
O avião partiu de Campinas, do Aeroporto Internacional de Viracopos, e desembarcou em Uberlândia por volta das 19h45. O superintendente do aeroporto, Sérgio Kennedy, informou à reportagem que o aeroporto está fechado por conta do ocorrido. Pousos e decolagens estão suspensos até que a aeronave seja retirada do local.
Kennedy disse ainda que a previsão é que o avião seja retirado da pista até a manhã deste domingo (15). O superintendente também destacou que não houve danos à aeronave e que uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), de Brasília, foi acionada apurar o caso.
Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Azul informou que a aeronova envolvida é um Embraer 195, que operava o voo AD 6913. A companhia destacou que não houve qualquer ferimento aos 93 clientes e cinco tripulantes, e que todos receberam  total atenção por parte da companhia.
A Azul informou ainda que o voo seguinte, AD 6914, que operaria a etapa Uberlândia - Campinas foi cancelado em consequência deste incidente. Igualmente, os clientes afetados estão recebendo apoio da empresa, segundo a Resolução 141 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Uma equipe técnica da companhia foi deslocada para Uberlândia, onde fará a avaliação da aeronave e remoção da mesma do local.
Fonte.: G1